Bem vindo ao Visão Notícias - 18 de Agosto de 2017 - 22:37
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03/05/2017 - 17:13h
Empresa cria “Facebooks particulares” para marcas falarem com fãs
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Fonte: Exame.com

São Paulo — Manter contato com fãs na internet pode ser um desafio, com tantas redes sociais diferentes que restringem o alcance ao consumidor final. Por isso, a FanHero desenvolve aplicativos para marcas que funcionam como um Facebook particular para cada uma delas e oferece métodos de monetização.

Fundada nos Estados Unidos, a empresa já realizou testes no Brasil com um app do time de futebol Vasco. Segundo dados recebidos por EXAME.com, entre os usuários que baixaram o aplicativo, 74% criaram contas para se relacionar com o clube. O canal já é visto como uma fonte de informações sobre o clube, segundo a empresa. No exterior, a FanHero tem aplicativos para o time de futebol Orlando City Soccer Club e para Abraham Benjamin de Villiers, jogador sul-africano profissional de críquete.

Nos seus apps, as marcas podem mandar mensagens diretamente para os smartphones de seus fãs, bem como realizar transmissões ao vivo, disponibilizar vídeos e conteúdos de interesse do público. Com esses recursos, o foco da FanHero é em times de futebol e influenciadores de internet.

“O influenciador não sabe exatamente quem é o fã e cada vez mais as empresas restringem o alcance do público. Queremos ser muito transparentes com o influenciador ou empresa. Trabalhamos com eles para que possam conhecer realmente a marca que têm junto ao público”, afirmou Humberto Farias, brasileiro chefe de operações da FanHero, sediada em Nova York, nos Estados Unidos.

A companhia foi criada há pouco mais de um ano pelos irmãos brasileiros Humberto e Leo Farias, pelo americano Christopher Cooper (CEO) e pelo sul-africano Peer Snoep.

O app do Vasco deve ser relançado após os testes realizados no final do ano passado e o influenciador digital Felipe Neto também deve ganhar seu próprio aplicativo em breve, com a tecnologia da FanHero.

Os conteúdos dos aplicativos são oferecidos gratuitamente, mas alguns deles podem ter paywall, ou seja, uma área paga em meio às que são grátis. Os apps também podem se tornar canais de venda mobile, tudo depende do que a marca ou influenciador quiser fazer.

A empresa acabou de abrir um escritório em São Paulo, uma vez que dois dos sócios são brasileiros. Com isso, mais aplicativos devem vir por aí.


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