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Saúde
16/04/2018 - 19:36h
Exame para confirmar se professora morreu de H1N1 deve sair em 30 dias; 2 parentes internados
Camila Ramos de Souza morreu rapidamente após quadro de gripe se agravar...
Foto por: DIVULGAÇÃO
Fonte: Luana Rodrigues

No atestado de óbito da professora Camila Ramos de Souza, de 29 anos, que morreu nesse domingo, consta como causa pneumonia bacteriana. Porém, a diretoria do Hospital Regional de Sorriso (HRS) diz que somente em 30 dias é que ficará pronto o exame que pode apontar ou descartar a infecção por H1N1, conhecida popularmente como gripe suína.

A infecção por H1N1 continua sendo investigada, uma vez que a educadora morreu rapidamente após contrair uma gripe. De acordo com diretora do HRS, Luciele Benin, Camila foi transferida de um hospital particular da cidade com quadro grave de insuficiência respiratória, entubada e dependente de ventilação mecânica.

Saiba mais:

Professora morre de pneumonia no Hospital Regional de Sorriso

A professora ficou internada no box de emergência, onde foi tratada com antibióticos de largo espectro e antiviral, mas não resistiu à doença.

Agora, o HRS informou que precisa aguardar o resultado dos exames por aproximadamente 30 dias. “Nós não temos governabilidade para acelerar o processo até porque é um exame que demora”.

Conforme o hospital, outros dois parentes de Camila estão internados na unidade médica com sintomas semelhantes, mas em estado estável. “Há, no momento, apenas casos em investigação [para H1N1]. Precisamos esperar os resultados dos exames”.

Pneumonia agressiva

O diretor técnico do Hospital Regional de Sorriso, Rodrigo Bezerra, disse que Camila sofreu uma pneumonia atípica e agressiva haja vista que faleceu em um curto espaço de tempo.

Os médicos alertam que ao sentir sintomas de tosse, febre, dor torácica, secreção, além de outros, é preciso receber tratamento adequado.

O corpo de Camila foi enterrado nesta segunda-feira. O caixão precisou ser lacrado para o velório. “O caixão foi lacrado por excesso de zelo. Na paciente tinha um pouco de secreção e os familiares abraçavam, beijavam, passavam a mão. Então, foi solicitado que o caixão fosse lacrado pela possibilidade de transmissão, para evitar novas contaminações, se a suspeita [de H1N1] for confirmada”, explicou Luciele.

A Prefeitura de Sorriso disse que apenas se manifestará sobre o atendimento recebido pela professora na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após a conclusão de um laudo técnico.


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