Bem vindo ao Visão Notícias - 17 de Outubro de 2017 - 14:57
Saúde
01/08/2017 - 17:10h
Mato Grosso torna Lei projeto que beneficia profissionais que trabalham expostos ao sol
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Fonte: Assessoria

O câncer de pele é o tipo de tumor mais frequente no país, respondendo por 30% de todos os casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Essa doença sempre foi associada ao excesso de sol e já começa a figurar como importante causa de afastamento de trabalho. O projeto do deputado Dr. Leonardo (PSD) que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate às Doenças Associadas à Exposição Solar no Trabalho, se tornou Lei, publicado no Diário Oficial do Estado, no último dia 29 de junho.

A Política constitui no fornecimento aos profissionais expostos ao sol, em virtude de suas atividades laborais, filtro solar, roupas ou outros meios que protejam da radiação solar, bem como, a implantação de medidas que reduzam a exposição dos trabalhadores ao sol nos períodos do dia com maior incidência de radiação. A Lei também prevê a implantação de medidas que permitam o diagnóstico de doenças associadas à exposição solar, priorizando os mais idosos que trabalharam durante muito tempo expostos ao sol.

De acordo com a Lei, deverão ser feitos parcerias com empresas e entidades para pesquisa e fornecimento de meios protetivos aos trabalhadores e promoção de tratamento adequado aos atingidos pelas doenças associadas à exposição solar.

Autor da Lei, o deputado Dr. Leonardo explicou que de acordo com os trabalhos realizados pela Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate as Endemias, ao qual ele é coordenador geral foram diagnosticados que muitos desses profissionais já sofreram ou sofrem com problemas de pele, pelo excesso de exposição ao sol, por conta do ofício da profissão.

“Fico contente em ver mais um projeto se tornando lei e saber que irá beneficiar várias categorias, em especial aos nossos agentes com quem eu tenho tanto carinho. O custo para evitar uma doença de pele chega a ser irrisório, a se considerar os enormes custos para tratamento dos doentes e principalmente a possibilidade de evitar o sofrimento dessas pessoas”, explicou.


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