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Política
10/06/2018 - 11:00h
WF aguarda definição do DEM, mas diz não abrir mão de disputa
Fonte: Midia News

O pré-candidato ao Governo do Estado, senador Wellington Fagundes (PR), descartou a possibilidade de desistir da disputa eleitoral para apoiar os ex-prefeitos Otaviano Pivetta (PDT) ou Mauro Mendes (DEM).

 

Em entrevista ao MidiaNews, o parlamentar ressaltou, porém, que ainda aguarda a definição do DEM para fechar todos os espaços em sua coligação.

 

“Eu descarto desistir. Da minha parte, não há nenhuma possibilidade. Mas depende dos partidos que estão conosco. Nós queremos fazer uma coligação forte, que traga confiança à população para ganhar a eleição e ter uma governabilidade”, afirmou.

 

“Dentro do nosso grupo tem a candidatura de governador, que unificou em torno do meu nome. Temos uma candidatura de senador, que é Carlos Fávaro. Há ainda outras vagas disponíveis, mas ainda estamos conversando, esperando uma posição do DEM, para que isso se configure”, disse.

 

Eu descarto desistir. Da minha parte, não há nenhuma possibilidade. Mas depende dos partidos que estão conosco

Ele disse não estar em contato com Pivetta, que é ex-prefeito de Lucas do Rio Verde. Na última semana, o ex-gestor tentou fechar acordo com outro pré-candidato, Dilceu Rossato - que anunciou sua desistência de concorrer ao Governo.

 

“Faz algum tempo que não converso mais com ele. Mas a nossa posição aqui está pronta, fechada. Essa candidatura não pertence mais a mim, é do grupo. Então, a candidatura está firme e estamos conversando sobre outras vagas”, afirmou.

 

Para Fagundes, há espaço suficiente para agregar diversos nomes em sua coligação. Até o momento, o parlamentar conta com PR, MDB, PTB, PCdoB e PSD.

 

“Ainda estamos conversando com diversos partidos para que definamos a chapa como um todo, porque a chapa é um governador, um vice, dois senadores e quatro suplentes. A gente entende que tem bastante espaço”, disse.

 

“Conversamos com o PT, que já fez um programa e apresentou para nós. Vamos ouvir. E vamos ouvir também a sociedade. A ideia não é fazer algo extenso. Fazer como a Constituição que é extremamente detalhista. Temos que definir linhas. Porque quando detalha demais, aí é o governo em si”, completou.

 

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