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Política
06/04/2018 - 21:00h
Prefeita nega direcionamento de licitações e aponta denúncia como ato politiqueiro
Fonte: RD News

A prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR), classifica as duas denúncias feitas por vereadores do município a órgãos de controle, reportando possível direcionamento em editais de licitação para contratação de duas empresas, como um “ato politiqueiro”. Em entrevista ao , ela afirma que já prestou todas as informações sobre os certames tanto para os próprios parlamentares, que fizeram solicitação por meio de requerimento, quanto ao Ministério Público Estadual (MPE).

“Encaramos isso como um ato politiqueiro, porque esse é um ano em que muitos vereadores estão sendo candidatos a deputado. Mesmo porque, os vereadores protocolaram requerimento pedindo informações sobre esses editais e entregamos todos os documentos comprobatórios. Esses documentos já estão no MPE porque já havia tido denúncia antes”, declara.

A denúncia, assinada pelos vereadores Leonardo Visera (PP) e os tucanos Ícaro Francio Severo, Dilmair Callegaro, Adenilson Rocha e Luciano Chitolina, foram protocoladas junto ao MPE, à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Seccional de Sinop e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT).

A primeira denúncia aponta que a contratação de uma empresa, em setembro de 2017, para prestação de serviços de Call Center (Central de Atendimento), foi direcionada para a vencedora, que não seria registrada como prestadora de serviços de Call Center. Essa empresa foi contratada para realizar a cobrança de dívida ativa e outros créditos tributários do município.

A segunda denúncia relata a ocorrência de possíveis irregularidades no processo licitatório do Celebra Sinop, evento que realizado pela prefeitura entre 9 e 14 de setembro do ano passado, em comemoração ao aniversário da cidade. A empresa vencedora teria iniciado a montagem da estrutura do certame antes da abertura da licitação.

Rosana cita que, no último ano, a Câmara fez inúmeros requerimentos e ressalta que nunca se recusou a prestar informações ao Legislativo. “Estamos tranquilos, mesmo porque esses documentos já se encontram no MPE. Mas é normal, é um direito deles ter dúvida e nós também, enquanto Executivo, de responder e esclarecer tudo. Não houve irregularidade. Os processos licitatórios ocorreram perfeitamente dentro da legalidade”, garante.


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