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Política
13/03/2018 - 08:05h
Família de prefeito assassinado em MT está escondida após sofrer ameaças, diz promotor
Esvandir Antônio Mendes, morto a tiros em dezembro do ano passado em Colniza...
Fonte: G1 MT
A família do prefeito de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, Esvandir Antônio Mendes, morto a tiros em dezembro do ano passado, está escondida após sofrer ameaças, segundo o promotor Willian Oguido Ogama. O homicídio ainda é investigado e cinco pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime.
Após a morte do pai, a então secretária municipal de Administração, Ana Franciely Mendes, deixou o cargo e saiu do estado de Mato Grosso.
Ela decidiu se mudar para o estado de Rondônia, onde ocorreram as ameças, segundo o promotor. Ana Franciely deixou o município de Colniza logo após o enterro do pai.
Além dela, o então secretário municipal de Finanças, Admilson Ferreira dos Santos, de 41 anos, que também foi atingido por dois disparos, pediu exoneração do cargo e deixou o município.
Admilson e Esvandir chegavam da zona rural do município quando foram abordado pelos assassinos.
A vítima dirigia uma caminhonete preta e estava acompanhado do secretário de Finanças, quando os executores se aproximaram do veículo, a aproximadamente 7 km da entrada da cidade. Os criminosos efetuaram vários disparos contra o prefeito, que ainda conseguiu dirigir até o perímetro urbano.
Presos
O empresário Antônio Pereira Rodrigues Neto, que atua no ramo de táxi aéreo e de combustível e é apontado como o mandante do assassinato de Esvandir, e mais dois suspeitos do crime, foram presos quando estavam em uma estrada entre os municípios de Juruena e Castanheira, a 893 km e 780 km de Cuiabá, respectivamente.
No carro em que eles estavam no momento da prisão, a polícia encontrou R$ 60 mil, que seriam referentes ao pagamento pela execução de Esvandir. Ele foram indiciados pela Polícia Civil e estão presos na cadeia pública do município.
Eles respondem pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, promessa de recompensa e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
A mulher de Antônio, Yana Fois Coelho Alvarenga, também foi presa por ajudar a planejar o assassinato. A reportagem não consegiu localizar a defesa dos citados.

A família do prefeito de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, Esvandir Antônio Mendes, morto a tiros em dezembro do ano passado, está escondida após sofrer ameaças, segundo o promotor Willian Oguido Ogama. O homicídio ainda é investigado e cinco pessoas foram presas por suspeita de envolvimento no crime.

Após a morte do pai, a então secretária municipal de Administração, Ana Franciely Mendes, deixou o cargo e saiu do estado de Mato Grosso.

Ela decidiu se mudar para o estado de Rondônia, onde ocorreram as ameças, segundo o promotor. Ana Franciely deixou o município de Colniza logo após o enterro do pai.

Além dela, o então secretário municipal de Finanças, Admilson Ferreira dos Santos, de 41 anos, que também foi atingido por dois disparos, pediu exoneração do cargo e deixou o município.

Admilson e Esvandir chegavam da zona rural do município quando foram abordado pelos assassinos.

A vítima dirigia uma caminhonete preta e estava acompanhado do secretário de Finanças, quando os executores se aproximaram do veículo, a aproximadamente 7 km da entrada da cidade. Os criminosos efetuaram vários disparos contra o prefeito, que ainda conseguiu dirigir até o perímetro urbano.

Presos

O empresário Antônio Pereira Rodrigues Neto, que atua no ramo de táxi aéreo e de combustível e é apontado como o mandante do assassinato de Esvandir, e mais dois suspeitos do crime, foram presos quando estavam em uma estrada entre os municípios de Juruena e Castanheira, a 893 km e 780 km de Cuiabá, respectivamente.

No carro em que eles estavam no momento da prisão, a polícia encontrou R$ 60 mil, que seriam referentes ao pagamento pela execução de Esvandir. Ele foram indiciados pela Polícia Civil e estão presos na cadeia pública do município.

Eles respondem pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, promessa de recompensa e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

A mulher de Antônio, Yana Fois Coelho Alvarenga, também foi presa por ajudar a planejar o assassinato. A reportagem não consegiu localizar a defesa dos citados.


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