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Geral
30/10/2007 - 14:25h
Riva propõe criação do ‘Banco da Solidariedade’
A criação deste banco objetiva auxiliar àqueles que necessitam de uma mão amiga
Fonte: Assessoria

No Brasil e no mundo pessoas e mais pessoas tem praticado atitudes solidárias em beneficio dos mais frágeis e desprotegidos. As epidemias, as guerras, as catástrofes, a doença ou o desemprego são exemplos de situações que colocam o caráter do homem diante de necessidades de apoio, proteção e cuidados ao próximo. No cotidiano profissional e nas relações amistosas existem exemplos marcantes. E para consubstanciar e ampliar em Mato Grosso estas ações, o deputado José Riva apresentou projeto de lei que cria o Banco da Solidariedade, um banco onde o dinheiro não tem valor e a moeda é a solidariedade.

A criação deste banco objetiva auxiliar àqueles que necessitam de uma mão amiga para enfrentar suas crises e seus problemas, muitos dos quais provocados pelo crescente índice de desemprego resultado de políticas econômicas, financeiras e sociais insuficientes. "É o Banco onde profissionais das mais diversas áreas como assistência social, médica, tecnológica, educação e mesmo qualquer tipo de voluntariado oferecem apoio por meio dos seus serviços gratuitos a quem eventualmente estiver necessitando", explica Riva.

A destinação de horas a serem prestadas em solidariedade será, conforme o projeto, mediante publicação de boletim com a lista dos interessados em participar do programa devendo constar o endereço, telefone e as instruções para o uso do serviço gratuito com distribuição direcionada para instituições e pessoas que trabalham na assistência ao público-alvo. Os profissionais e voluntários terão o compromisso de atender tantos quantos forem possíveis e durante o tempo que julgarem conveniente sem que haja obrigação ou prejuízo à sua atividade profissional.

É sabido que as entidades, mesmo com a dedicação de seus integrantes, não são capazes de solucionar a lacuna social existente, pois são muitas as pessoas que atravessam situações de extrema gravidade, com doenças sérias e morando em condições precárias.

"Vamos proporcionar uma verdadeira mobilização pela solidariedade, pois, para muitos, o principal motivo é a vontade de ser cidadão, de desenvolver um trabalho social. Existe, ainda, o desejo de romper e de ampliar os horizontes da atividade profissional", considera Riva.

Existem centenas de declarações informando que muitas posturas pessoais acabaram sendo mudadas: dos preconceitos à coragem de enfrentar o medo. E todas provocadas pelo ato de ajudar.

Joaquim Cardoso Neto (61) servidor público, dedica parte de seu tempo para atuar como voluntário. "Durante o ano nos reunimos (amigos e família) para angariar donativos para entidades assistenciais e famílias carentes. Isto para mim é uma missão que carrego no coração e enquanto eu tiver forças estarei ajudando", disse.

Para o cumprimento do programa será criado um cadastro em que constem, de um lado, profissionais e/ou empresas que estejam dispostos a prestar serviço voluntário e de outro lado, pessoas e/ou entidades que dele necessitem. O Banco da Solidariedade, de acordo com o projeto, poderá, ainda, servir de referência aos juízes quando da fixação de penas de prestação de serviços à comunidade.

A proposta do deputado Riva foi apresentada a Casa de leis na sessão ordinária do dia 24 de outubro passado. Deve ir pauta de votação nesta semana.


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