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Geral
30/07/2010 - 16:30h
Celulares terão carregador universal a partir de 2011 na União Europeia
Projeto brasileiro ainda em estudo prevê adoção semelhante
Fonte: France Presse

Os telefones celulares vendidos na União Europeia a partir de 2011 deverão ter o mesmo carregador universal de bateria, informou nesta sexta-feira (30) a Comissão Europeia.

Um executivo da comissão comentou sobre o assunto por meio de uma nota oficial.

- O desenvolvimento de normas técnicas para garantir a compatibilidade e a segurança dos novos carregadores avança bem.

Os principais fabricantes de celulares, Nokia, Sony-Ericsson e Samsung, assinaram no ano passado, em Bruxelas, capital da Bélgica, um protocolo de acordo a fim de padronizar seus carregadores durante 2010, mas a data foi adiada.

Os novos carregadores conservarão as diferentes marcas, mas serão utilizáveis de forma distinta para todos os aparelhos por meio de uma conexão micro-USB, presente nos aparelhos novos.

Os aparelhos mais antigos continuarão precisando de um adaptador.

Câmara analisa carregador único no Brasil

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7133/10, do deputado Edmilson Valentim (PCdoB-RJ), que obriga fabricantes de telefone celular a produzir carregadores com interface e propriedades elétricas padronizadas. O objetivo, de acordo com o autor, é permitir o uso dos carregadores em qualquer modelo de telefone móvel.

Segundo o deputado, a padronização beneficiará o consumidor, pois permitirá o uso de carregadores antigos em aparelhos celulares novos. A mudança, segundo ele, contribuirá para reduzir o preço dos equipamentos porque os celulares poderão ser vendidos sem os carregadores.


O projeto, que tramita em caráter conclusivo - etapa em que não precisa ser votado pelo plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo - perderá esse caráter em duas situações: se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra) ou se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra essa etapa assinada por 51 deputados (10% do total).

Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo plenário e analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Defesa do Consumidor, Constituição e Justiça e de Cidadania


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