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Geral
19/03/2009 - 14:02h
CPI da Pedofilia vai pedir proteção policial para testemunhas em Catanduva
A CPI da Pedofilia vai solicitar ao Ministério da Justiça proteção policial a testemunhas que prestaram depoimento contra acusados de integrar uma rede de pedofilia em Catanduva, a 385 km de São Paulo. O diretor de uma ONG e mães de crianças que apresenta
Fonte: G1

A CPI da Pedofilia vai solicitar ao Ministério da Justiça proteção policial a testemunhas que prestaram depoimento contra acusados de integrar uma rede de pedofilia em Catanduva, a 385 km de São Paulo. O diretor de uma ONG e mães de crianças que apresentaram denúncias dizem ter sofrido ameaças. Eles não registraram boletins de ocorrência.

Os senadores também querem uma audiência com o governador de São Paulo, José Serra, para pedir assistência social para as mães, moradoras da periferia da cidade, que perderam seus empregos após a eclosão das denúncias. Elas dizem que tiveram que faltar ao trabalho para acompanhar os filhos a exames médicos e depoimentos.

Os senadores também decidiram nesta quinta-feira (19) enviar uma representação contra a delegada Rosana Vani, da Delegacia da Mulher de Catanduva, que reconheceu, em depoimento, ter avisado o advogado de um médico suspeito sobre a realização de blitz na casa do suspeito. Para o presidente da CPI, Magno Malta, o aviso deu tempo ao suspeito de esconder provas.  Foto: Roney Domingos/ G1 
Pai e mãe de crianças vítimas de abuso sexual em Catanduva depõem de máscara (Foto: Roney Domingos/ G1)

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pedofilia iniciou às 10h50 desta quinta-feira (19) a audiência em que serão ouvidos seis suspeitos de integrar uma suposta rede de exploração sexual de crianças em Catanduva, a 385 km de São Paulo. Quatro deles estão presos e dois - um médico e um empresário - estão livres.

Mãe de uma criança que já tinha confirmado abuso sexual, uma mulher que subiu à tribuna contou que ouviu ontem de seu outro filho - este de quatro anos - relato de abuso sexual. "Até ontem eu não sabia, mas ele me contou bem assustado. E o mais velho ainda não fez exame de corpo de delito."

O presidente da CPI, o senador Magno Malta, pediu para que seja realizado um levantamento sobre quantas crianças já passaram por exame de corpo de delito, necessário para confirmar ou não o abuso sexual.


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