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Economia
15/04/2018 - 11:07h
Energia Solar Atrai Consumidores Mato-Grossenses Cansados De Pagar Impostos Sobre Energia Elétrica
Fonte: Sid Carneiro

Cada vez mais, consumidores de energia elétrica em Mato Grosso, estão procurando pela energia limpa e renovável, através das pequenas usinas fotovoltaicas (placas solar). A novidade atrai pela redução quase zero do consumo, com a instalação de painés voltaicos e seus equipamentos (inversor de energia), acompanhados de aplicativos por wi-fi e placas de energia solar, em residências, condomínios e indústrias. O investimento é iniciado com o mínimo de R$ 7 mil dependendo da necessidade. Caso haja a dificuldade, o consumidor poderá acessar uma das linhas de créditos com juros de até 4.2% ao ano, na instituição bancária, que tenha conta.

O custo benefício compensa. No entanto, o maior problema enfrentado pelos consumidores que já aderiram à energia de placa solar é a burocracia na empresa Energisa de Mato Grosso, onde mais de 300 processos, aguardam a liberação dos relógios bidirecional, que substituem os relógios normais.

Conforme o consumo de cada unidade, após a instalação de todos os equipamentos, incluindo a troca do relógio, a Energisa cobrará uma taxa mínima de R$ 50,00, R$ 100,00 e R$ 150,00. Por exemplo, para quem consumir até 900 quilowatts hora/pico pagará algo em torno de R$ 100,00.

Morador do condomínio Altos da Colina, em Cuiabá, Rodrigo Melli é dos que aguardam a Energisa liberar o relógio bidirecional, para começar a deixar de pagar energia elétrica, por um bom tempo da sua vida. “Agora não vou gastar com a energia elétrica, conforme a minha base de consumo. Mas a Energisa não abre mão da cobrança da taxa fixa”, disse Rodrigo.

Um morador do mesmo condomínio consumia 900 quilowttas hora/pico. E com a energia voltaica, passou a produzir 1.400 quilowatts hora/pico. “Ao invés dele pagar a Energisa, ele está ganhando créditos que ele poderá consumir em até cinco anos. O gasto reduziu a uma taxa do relógio para Energisa que é em torno de R$ 100,00”, disse o representante e instalador dos equipamentos para a instalação da energia de placas solar, Marcílio de Souza Machado.

Segundo ele, o ideal é que seja feita aquisição do produto com base numa média de consumo mensal para que o projeto seja aprovado de forma mais rápida. Acima da média, a Energisa poderá entender que se trate da criação de uma usina de energia voltaica. “O certo é que não poder ser declarado um consumo a mais da média para não ser considerada usina”, orientou Marcílio.

Mas há casos, que o consumo acima de 900 quilowatts de uma residência poderá ser aprovado em função de uma serie de fatores. As indústrias também têm adotado energia solar para reduzir os gastos com energia elétrica e com uma área maior que de uma residência, elas conseguem se tornar usina de energia solar distribuindo seus créditos, ou seja, passam a produzir energia limpa e renovável, que pode gerar uma fonte de renda. O que antes era custo se transformou em lucro.

De acordo com Marcílio de Souza, há uma tendência muito forte da aquisição de placas de energia solar em todo Mato Grosso. “Temos luz solar por um tempo maior que em outras regiões e o brilho do sol mesmo em dias nublados é o que determina a captação da energia solar”, afirmou Márcio, ressaltando ainda, a importância da manutenção das placas para manter a receptação do brilho do sol com maior aproveitamento de 100% das placas. As placas têm garantia de 25 anos e o restante dos equipamentos, dez anos.

A placa solar reage com o brilho da luz do sol e produz energia elétrica (energia fotovoltaica). Um inversor converte esta energia em corrente continua. Na sequencia, a energia que sai do inversor solar vai para o “quadro de luz” e é distribuída para a casa ou empresa, reduzindo assim, a quantidade de energia comprada da distribuidora, a Energisa  de Mato Grosso.

Representante e instalador dos equipamentos para a instalação da energia de placas solar, Marcílio de Souza Machado

Morador do condomínio Altos da Colina, em Cuiabá, Rodrigo Melli zerou a conta de luz com a Energisa

Com as placas e os equipamentos instalados, a casa de Rodrigo Melli aguarda a liberação do relógio bidirecional da Energisa 

Energia solar é uma tendência mundial que está se popularizando em Mato Grosso 


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