Bem vindo ao Visão Notícias - 23 de Julho de 2018 - 8:57
Agrícola
20/06/2018 - 20:40h
Primeiro embarque do projeto Taurino Tropical em atendimento ao Programa 1953 (JBS) será na semana q
A maioria é Taurino Tropical puro (Caracu).
Fonte: Luciano Vendrame – BW Comunicação

Na próxima segunda-feira (25), duzentos animais vão ser embarcados na fazenda Arinos, onde nasceu o projeto Taurino Tropical, com destino a unidade da JBS de Diamantino, médio norte de MT. 

A maioria é Taurino Tropical puro (Caracu), descarte da seleção e mais um lote de 20 animais meio sangue (Caracu x Nelore). Todos estão idade média de 30 meses e peso estimado entre 17 e 18 arrobas. 

Para o pecuarista José Neves Ferreira, proprietário da fazenda Arinos e criador do projeto Taurino Tropical que faz o melhoramento de raças taurinas, em especial a Caracu, a expectativa é de bons resultados no abate técnico que será feito no dia seguinte ao embarque, terça-feira (26). 

"Sobre as meio-sangue ainda há algumas dúvidas porque se trata do primeiro abate técnico. Tem que ver o que o frigorífico espera em termos de acabamento e maciez. Em relação as puras, não há dúvidas quanto a maciez e o sabor," afirma Zé Neves. 

Havendo bons resultados, a fazenda vai continuar produzindo visando o programa 1953. Existe uma disponibilidade real de 300 fêmeas taurinas puras ao ano e se a expectativa foi atendida, então, o investimento deve ser aumentado, em especial com animais ¾ com 75% de raças taurinas. 

"Nós temos tanta certeza na 3/4 que arriscamos sugerir uma 1953 Prime, um avanço no programa. A maciez, o sabor e outros detalhes que consumidor busca, estão nesse tipo de animal, não tenho dúvidas," argumenta. 

Com o intuito de ampliar a oferta de cortes premium de carne bovina nas redes varejistas, a JBS formatou um novo programa de bônus a pecuaristas. A iniciativa, paralela a outras similares que a companhia já tem para fomentar a oferta a churrascarias e mercados de exportação exigentes, pode render até 10% em bônus aos produtores. 

O objetivo da JBS é ganhar escala para assim aumentar a distribuição da marca “1953”, lançada no fim do ano passado. Atualmente, a marca ainda é bastante concentrada em São Paulo, principal mercado consumidor do país. Das 900 lojas que já oferecem os cortes, 750 estão no Estado. As demais lojas ficam no Rio de Janeiro. 

De acordo com o diretor de originação da JBS, Eduardo Pedroso, a pretensão é tornar a nova marca nacional. Mas, para tanto, o número de pecuaristas que fornecem gado adequado para a produção premium precisa aumentar. 

Segundo ele, a JBS tem hoje cerca de 500 fornecedores de gado para cortes de carne premium, o que inclui tanto os produtos destinados para a 1953, que faz alusão ao ano de fundação da JBS, quanto para a Swift Black, marca exclusiva para o food service – sobretudo churrascarias. 

“Temos um potencial de crescimento exponencial [do número de fornecedores]”, afirmou Pedroso. Considerando toda a produção de carne bovina da empresa – a maior parte ainda é vendida sem agregação de valor -, o número de fornecedores é de 35 mil. A JBS é a maior produtora de carne do país. 

A expectativa de Pedroso é que, com a ampliação do número de fornecedores, a marca 1953 represente 30% das vendas de carne bovina premium da empresa. A JBS não fornece dados de volume, mas é seguro dizer se tratar de uma fatia pequena, seja pelo perfil de consumo no Brasil ou pelo tipo de carne exportada pelos frigoríficos do país. Sem divulgar os números, o executivo diz que a companhia projeta dobrar o volume de carne premium vendida em 2018. 

 

Para ser fornecedor do gado que será utilizado na produção de carne premuim e assim ter direitos ao bônus, os pecuaristas precisam ofertar um rebanho com a presença de 50% de raças europeias, tais como a angus.  A carne “1953” é produzida em oito abatedouros da JBS.

Na próxima segunda-feira (25), duzentos animais vão ser embarcados na fazenda Arinos, onde nasceu o projeto Taurino Tropical, com destino a unidade da JBS de Diamantino, médio norte de MT.
A maioria é Taurino Tropical puro (Caracu), descarte da seleção e mais um lote de 20 animais meio sangue (Caracu x Nelore). Todos estão idade média de 30 meses e peso estimado entre 17 e 18 arrobas.
Para o pecuarista José Neves Ferreira, proprietário da fazenda Arinos e criador do projeto Taurino Tropical que faz o melhoramento de raças taurinas, em especial a Caracu, a expectativa é de bons resultados no abate técnico que será feito no dia seguinte ao embarque, terça-feira (26).
"Sobre as meio-sangue ainda há algumas dúvidas porque se trata do primeiro abate técnico. Tem que ver o que o frigorífico espera em termos de acabamento e maciez. Em relação as puras, não há dúvidas quanto a maciez e o sabor," afirma Zé Neves.
Havendo bons resultados, a fazenda vai continuar produzindo visando o programa 1953. Existe uma disponibilidade real de 300 fêmeas taurinas puras ao ano e se a expectativa foi atendida, então, o investimento deve ser aumentado, em especial com animais ¾ com 75% de raças taurinas.
"Nós temos tanta certeza na 3/4 que arriscamos sugerir uma 1953 Prime, um avanço no programa. A maciez, o sabor e outros detalhes que consumidor busca, estão nesse tipo de animal, não tenho dúvidas," argumenta. 
O Programa 1953 - Fontes: Valor Econômico e  www.beefpoint.com.br
Com o intuito de ampliar a oferta de cortes premium de carne bovina nas redes varejistas, a JBS formatou um novo programa de bônus a pecuaristas. A iniciativa, paralela a outras similares que a companhia já tem para fomentar a oferta a churrascarias e mercados de exportação exigentes, pode render até 10% em bônus aos produtores.
O objetivo da JBS é ganhar escala para assim aumentar a distribuição da marca “1953”, lançada no fim do ano passado. Atualmente, a marca ainda é bastante concentrada em São Paulo, principal mercado consumidor do país. Das 900 lojas que já oferecem os cortes, 750 estão no Estado. As demais lojas ficam no Rio de Janeiro.
De acordo com o diretor de originação da JBS, Eduardo Pedroso, a pretensão é tornar a nova marca nacional. Mas, para tanto, o número de pecuaristas que fornecem gado adequado para a produção premium precisa aumentar.
Segundo ele, a JBS tem hoje cerca de 500 fornecedores de gado para cortes de carne premium, o que inclui tanto os produtos destinados para a 1953, que faz alusão ao ano de fundação da JBS, quanto para a Swift Black, marca exclusiva para o food service – sobretudo churrascarias.
“Temos um potencial de crescimento exponencial [do número de fornecedores]”, afirmou Pedroso. Considerando toda a produção de carne bovina da empresa – a maior parte ainda é vendida sem agregação de valor -, o número de fornecedores é de 35 mil. A JBS é a maior produtora de carne do país.
A expectativa de Pedroso é que, com a ampliação do número de fornecedores, a marca 1953 represente 30% das vendas de carne bovina premium da empresa. A JBS não fornece dados de volume, mas é seguro dizer se tratar de uma fatia pequena, seja pelo perfil de consumo no Brasil ou pelo tipo de carne exportada pelos frigoríficos do país. Sem divulgar os números, o executivo diz que a companhia projeta dobrar o volume de carne premium vendida em 2018.
Para ser fornecedor do gado que será utilizado na produção de carne premuim e assim ter direitos ao bônus, os pecuaristas precisam ofertar um rebanho com a presença de 50% de raças europeias, tais como a angus.  A carne “1953” é produzida em oito abatedouros da JBS.

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