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Agrícola
13/10/2011 - 07:10h
Em fase de forte recuperação econômica e social, Projeto Casulo recebe apoio e visita do prefeito Al
Segundo projeto desse modelo a ser implantado em Mato Grosso, o assentamento de reforma agrária...
Fonte: Ascom da Prefeitura

Os assentados estão vendendo até 800 kg de pepino por dia e várias caixas de tomate para indústrias de Sinop – o que tem propiciado renda de até R$ 3 mil por mês para alguns. Os assentados receberam mais de R$ 8 mil do governo federal para reformar suas casas e, com a ajuda da Prefeitura, otimizaram a estrutura de fornecimento de água e conseguiram até uma antena para captar o sinal da Internet.

Segundo projeto desse modelo a ser implantado em Mato Grosso, o assentamento de reforma agrária “Casulo”, de Santa Carmem, com 45 famílias, recebeu visita e apoio do prefeito Alessandro Nicoli, na última semana de setembro.

O chefe do Executivo, acompanhado do vice, Gérson Maurina (o Téco), e de vários secretários municipais, foi conferir as obras de ampliação e reforma das residências dos assentados. Depois de dois anos para liberação, as obras começaram efetivamente a ser realizadas com os recursos liberados pelo governo federal, por meio do Incra – que destinou R$ 8.740 mil para cada família (20% desse valor foram destinados para pagamento de mão-de-obra e o restante foi empregado na compra de material junto a uma empresa de Santa Carmem – da mesma forma que a madeira também foi adquirida numa indústria local, gerando arrecadação para o município).

O “Projeto Casulo” – com lotes de 2,5 hectares, mais 2.500 m2 para a casa - foi implantado no mandato do ex-prefeito Tocô, e pretendia contribuir para a política de colonização no Norte de Mato Grosso, em especial, sobre a política educacional embutida nos projetos de colonização de Reforma Agrária.

O “boom” inicial do projeto, no entanto, demorou pouco. Por uma série de razões, os produtores foram desanimando e muitos venderam seus lotes e a produção caiu de uma forma geral.

Nos últimos anos, no entanto, o Casulo iniciou um processo de revigoramento e hoje 40 famílias estão morando no local e a maioria produzindo em seus próprios lotes (uns, é verdade, ainda precisam do complemento de empregos na cidade).

Além dos recursos do governo federal para recuperar e ampliar as residências, a Prefeitura construiu um poço público e reformou todo o sistema de água do núcleo, além de fazer gestão junto à Cemat para conseguir energia elétrica para a igreja católica.

O prefeito Nicoli e o vice Téco conheceram vários lotes em que há produção de pepinos – vendidos diretamente para a indústria Carpello, de Sinop.

O presidente da Associação, Hélio Tillivs, explicou que os assentados estão vendendo o pepino a R$ 1,2 real o quilo e que o grupo de produtores está conseguindo entregar até 800 kg por dia.

O produtor de tomates José Aílton, o Bola, explicou que já chegou a produzir com 1.600 pés de tomate. Hoje, mesmo restrito a apenas 400 pés, ele afirma que está conseguindo entregar até 8 caixas por colheita – com o preço de R$ 30 a caixa.

O grande sonho do assentado e de sua mulher Franciele e das filhas Isadora e Isabele é “juntar dinheiro para instalar estufas nos tomateiros, o que possibilitará a produção e renda durante todo o ano”. 


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Comentários
De: francisco mauro de carvalho
mauropcn@yahoo.com.br - 13/10/2011
Para quem viu o projeto casulo nascer, isso ainda esta longe para que ele saia da UTI, vi ha alguns dias todas as estufas sucateadas as casas caindo aos pedaços com uma ou outra reforma auqi acola, o abandono de mais de 10 anos sofrido por dinheiro nosso jogado as traças e tamanha que me sinto envergonhado em ler essa materia do senhor governador, que nao consegue manter a maquina do estado funcionando mas tenta fazer politicagem com uma merreca.
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