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Luto

Sinop se despede de ‘Beiçola’, picolezeiro ícone da cidade

26 de Junho de 2019 ás 17h 15min, por Redação / Marcos Silva
Foto por Marcos Silva

Quem vai preencher a vaga deixada por Francisco Guimarães Coelho de 65 anos? Sempre alegre e simpático com todas as pessoas, assim era “Beiçola” apelido carinhoso que ele mesmo fazia questão de ser chamado pelos amigos fregueses. Picolezeiro e vendedor ambulante há décadas em Sinop, ele foi encontrado morto em sua residência no bairro Vila Lobos na última segunda-feira (24) e sepultado nesta terça.

O corpo foi encaminhado a POLITEC para descobrir a causa da morte, no entanto, tudo leva a crer que tenha sido morte natural.

Muitas pessoas publicaram mensagem em redes sociais lamentando a morte de Beiçola. “Comprava picolé do Beiçola quando era criança ainda, em 1998 no antigo OESP que hoje é o CAD; Uma pessoa de coração muito bom”.

“Fiquei muito triste agora, acabei de saber que o Beiçola, nosso querido amigo e sorveteiro do bairro faleceu. Que tristeza uma pessoa muito boa tinha o maior carinho por todas as crianças do bairro”.

“Deixará muitas lembranças boas, era um homem que conquistou crianças e jovens pelo jeito de ser. Descanse em paz”.

“Sempre comprava seus produtos e meus filhos se divertiam com suas piadas e com seu jeito único de lidar com as crianças. Beiçola cumpriu sua missão aqui na terra, alegrar um pouco nossos dias. Nossos sentimentos junto com as centenas de pessoas que sempre queriam o bem deste sinopense de alma e coração”, comentou o Vereador Adenilson Rocha.

De acordo com a ocorrência, o corpo foi encontrado por vizinhos que estranharam um cheiro forte vindo da residência, ao se aproximarem da janela, avistaram ele morto já em avançado estágio de decomposição.

A Polícia Civil esteve no local e acionou a POLITEC. Segundo foi apurado, o corpo já se encontrava em decomposição ativa, ou seja, muito provável que a vítima tenha falecido há cerca de três dias.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil de Sinop. Francisco Guimarães Coelho morava sozinho.