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Bem vindo ao Visão Notícias - 24 de Setembro de 2021 - 22:28

LUTANDO POR DIREITOS

SINOP: Siticom consegue 8% de reajuste salário a profissionais da construção civil

21 de Julho de 2021 ás 07h 33min, por Visão Notícias
Foto por Jonas Rosa

O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário (Siticom) "bateu o martelo" e garantiu um reajuste de 8% para os trabalhadores da construção civil em Sinop e os municípios que fazem parte do sindicato.

O reajuste entrou em vigência 1º de maio de 2021 e segue até 30 de abril de 2023. Embora a negociação da convenção está fechada até 2023, o reajuste será pago até 30 abril de 2022.

No próximo ano será discutido a Cláusula de aumento salarial. Receberão o benefício os trabalhadores de obras abrangidos pela presente convenção coletiva de trabalho, nas categorias: Almoxarife, Apontador, Eletricista, Encanador, Encarregado, Meio Oficial / Meia Colher, Profissionais: Armador, Carpinteiro, Pedreiro, Pintor, Gesseiro de Obra e Demais Profissionais, Servente e Ajudante, Vigia com salários que variam de R$ 1.315 até R$ 2.362.

“Se analisarmos o mercado, tudo aumentou, desde gênero alimentício, quanto outros serviços. Então esse reajuste é apenas para diminuir um pouco o impacto ao trabalhador”, considerou o presidente do Siticom, Vilmar Mendes Galvão.

No ano de 2020 o sindicato conquistou um reajuste de 2,05% para a classe.

De acordo com dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apontou um acrescimento de 1,45% em março, ficando 0,12 ponto percentual acima da taxa de fevereiro (1,33%). No ano, o índice acumula alta de 4,84% e, nos últimos doze meses, de 14,46%, resultado acima dos 13,22% registrados nos doze meses anteriores. Em março de 2020, o índice foi 0,35%.

“A construção não parou, há um monte de questionamento, mas está em um patamar razoável ter o reajuste salarial de 8%”, disse o presidente.

O benefício do reajuste deve atingir aproximadamente 3mil profissionais que estão sindicalizados nas cidade de União do Sul, Claudia, Itaúba, Santa Carmem e Sinop.

“Poderíamos estar com mais de 10 mil trabalhadores recebendo esse reajuste, mas isso não é possível por muitos fatores, dentre eles a falta de registro em carteira”. Finalizou Mendes.